
O poema é uma bola de cristal.
Se apenas enxergares nele o teu nariz,
não culpes o mágico.
Mario Quintana
Se apenas enxergares nele o teu nariz,
não culpes o mágico.
Mario Quintana
Entre Fadas e Borboletas circulamos. Neste movimento transitório, inalterável, percorremos. Entre mistérios e paraísos lilases equilibramos. Entre matizes rosas e azuis voamos. E nos canteiros perfumados cultivamos. As flores mais lindas colhemos. Rosas vermelhas ou brancas exalamos. E nas manhãs de verão, nos amamos. (Paty Padilha)