
(...)
“Brincar na calçada num fim de tarde de verão,
vestido leve, às vezes pés descalços.
Jogar bola, correr, brincar de roda.
O ritmo, o riso, os giros e as vozes.
Um cálido amor pelas crianças
que lhe davam as mãos
e a levavam na roda.
Fazer parte, pertencer, ser igual...”
(Lya Luft – in “Mar de Dentro”)