
O cão, o gato, a sombra , o lúdico,
a réstia de luz que sobra...em tudo,
crença delicada manifesta,
que quero...
Um som medieval
confirma a esperança.
Na janela aberta,
menina de trança,
colorida e ferida,
lá de tras trazida,
agora em dúvida, perdida ?
mudada, esquecida?
Outro hoje, aqui,
juntos e somando,
divididos, sozinhos,
perscrutando universos,
des-integrados, dispersos...
globalizados?
Afoitas...
Separemos
as coisas...
Gaiô.
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