terça-feira, 4 de março de 2008


"...O que é que eu faço para um dia poder está diante desses olhos,
E poder mergulhar nestas ondas incessantes de sentimentos.
O Mar de mulher que tu es me espanta,
Mesmo assim me direciono rumo ao desconhecido entre rochedos e noites sem estrelas para me guiar.
Onde eu me perdi?
Onde tu me encontraste?
Mostre-me como estais e te direi o que de mim queres.
Este é o jogo.
O jogo das palavras,
O jogo da sedução,
Das duras penas de se amar e sem amarras se perder.
Onde o novo começa e o velho termina.
Um novo mundo.
O mundo que é só seu.
Um mundo que foi criado para que as coisas aconteçam.
E se moldem e se movimentem ao seu redor.
Um mundo que é representado na sua tábua das marés.
Onde eu navegarei nas suas cheias,
Me prepararei para as suas vazantes,
E deleitarei meus quereres e prazeres na sua preamar de desejos..."
( "Marés" , by Carlos Venttura )

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