Entre Fadas e Borboletas circulamos. Neste movimento transitório, inalterável, percorremos. Entre mistérios e paraísos lilases equilibramos. Entre matizes rosas e azuis voamos. E nos canteiros perfumados cultivamos. As flores mais lindas colhemos. Rosas vermelhas ou brancas exalamos. E nas manhãs de verão, nos amamos. (Paty Padilha)
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
AMOR ~ by Rafaelle Farias

Sentimento abstrato...
Todos sentem...
De uma forma ou de outra, uns menos, outros mais...
Mas todos sabem o poder que esse sentimento tem..
Às vezes é alegre, faz rir, sentir-se bem, ficar sorrindo, ficar irradiante,
Mais também...
Às vezes nos faz sofrer, nos faz sentir-se fracos e desprotegidos...
Ahh o amor, o amor,
Uma coisa tão gostosa
Quem nunca teve aquele primeiro amor?
De bambear as pernas, de o coração disparar, de ficar bobo...
Ahh o amor, o amor,
O amor de mãe e filho, o amor de amigos, o amor de homem e mulher, o amor de um animal...
Que diferença faz o tipo de amor?
Simplesmente ele nos faz aprender...
Aprender a crescer, aprender a cair e levantar mais forte, aprender, a saber, que sempre á uma esperança e que não podemos desistir...
O amor mais forte que existe e esse nunca vai lhe fazer sofrer, e sim só vai te colocar pra cima, te fazer sorrir..
É o AMOR PROPRIO
O amor que não tem defeito, que é diferente mais é o que nós temos que ter sabe pra que?
Para conseguir amar as pessoas, e fazê-las nos amar!!
O amor tem que ir sentido, tem que ser e ser vivido.
Por isso ame muito, ame há Deus, a si próprio, ame a família, ame os amigos, os animais, ame a grande amor da sua vida, ame sem medo de se machucar...
Às vezes o amor é danado, nos faz sofrer, mais ele mesmo trata das feridas e as cura, pois ele sempre trás o amor que agente precisa a cada momento..
Por isso ame o dia, à noite, a música, a natureza, ame a VIDA e seja FELIZ..
(Rafaelle Farias ~ 30 de abril de 2009)
quarta-feira, 29 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009

Eu tenho pena da lua!
Tanta pena, coitadinha,
Quando tão branca, na rua
A vejo chorar sozinha!...
As rosas nas alamedas,
E os lilases cor de neve
Confidenciam de leve
E lembram arfar de sedas...
Só a triste, coitadinha...
Tão triste na minha rua
Lá anda a chorar sozinha...
Eu chego então à janela:
E fico a olhar para a lua...
E fico a chorar com ela!...
Florbela Espanca
terça-feira, 21 de abril de 2009
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